A Terapia da Reforma Íntima

August 17, 2016

Por Mauro Kwitko

Sugestão de Leitura: Samantha Blaul - Terapeuta Reencarnacionista Espaço Índigo

 

Nós, os psicoterapeutas reencarnacionistas, trabalhando com a Psicoterapia Reencarnacionista, a Terapia da Reforma Íntima, escutando as histórias de vida e as infâncias das pessoas, histórias permeadas de mágoa, sentimento de rejeição, raiva, crítica, medo, insegurança, etc., podemos afirmar que elas são, apenas, as histórias que a nossa persona criou, a história como nós a lemos quando éramos crianças, a história que continuamos a ler quando já adolescentes, adultos ou velhos, são interpretações do nosso Ego, a maneira limitada como nos vemos e como vemos os outros, incluindo a nossa família e as demais pessoas que entram ou passam pela nossa vida.


Explicando melhor: cada um de nós, desde criança, aprende que é uma certa pessoa, de uma certa família, de um certo gênero sexual, uma certa cor de pele, de uma lugar, em um país, etc., e passa a vida inteira acreditando nisso, principalmente porque todas as demais pessoas acreditam nisso também em relação a si, e em todos os terapeutas que vamos, eles mesmos acreditam nisso a seu respeito e então não têm dúvidas disso em relação a seus pacientes. 

 

"...passamos a vida inteira acreditando nisso, principalmente porque todas as demais pessoas acreditam nisso também..."
 

 

Mas o que a quase totalidade das pessoas não percebe, ou melhor, não recorda, mesmo as pessoas que acreditam na Reencarnação, é que, se pensarem no tempo anterior a sua fecundação, a sua vida gestacional, onde estavam, quem eram, lá em cima, no Plano Astral, quando não eram uma pessoa, não eram de nenhuma família, nenhum gênero sexual, não tinham cor de pele (aliás nem tinham pele...), não eram de um certo lugar, um certo país, etc., ou seja, se todos nós pensarmos onde estávamos há 1 ano antes da nossa fecundação, recordaremos que éramos um Espírito, no Mundo Espiritual, no chamado período inter-vidas, vindo da nossa encarnação anterior a essa, nos preparando para retornarmos para a Terra, encarnarmos novamente, para continuar o nosso caminho cármico de retorno à Luz, à Perfeição, ao Um, ao Todo.


E se não éramos nada do que pensamos que somos, como nos conhecemos e vemos, e como conhecemos e vemos os outros, o raciocínio conseqüente é de que estamos imersos no que os orientais chamam de Maya, a Ilusão. O que é isso? 

 

"...estamos imersos no que os orientais chamam de Maya,

a Ilusão."

 

Significa que tudo é real, mas é temporário, é verdadeiro, mas é passageiro, parece permanente mas é impermanente. Ora, se é temporário, se é passageiro, se é impermanente, então não pode ser realmente real e verdadeiro e então é, podemos dizer, uma realidade ilusória ou uma ilusão aparentemente verdadeira. 
 

Todas as pessoas que acreditam na Reencarnação sabem disso mas não lembram com a intensidade e a frequência que o assunto merece. E por que esse assunto merece um estudo mais aprofundado e uma atenção mais redobrada do que comumente se dá a ele? Porque aí está o que chamamos em Psicoterapia Reencarnacionista de Raciocínio x Contra-Raciocínio, ou seja, o raciocínio não-reencarnacionista a seu respeito, da nossa vida, da nossa infância, e das demais pessoas que fazem parte disso, incluindo a nossa família de origem e as demais pessoas que entram na história, e o raciocínio reencarnacionista disso tudo, totalmente oposto em sua visão e abordagem, em sua interpretação e resultado.

 

 

 

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